Adoro Dustin Hoffman.
Como eu, ele é um gauche. Temos que conquistar nossos admiradores temos que ser despudorados, corajosos e ridículos.
Não adianta pudor quando se é tão obviamente desajeitado, não enganaríamos ninguém. Nossas chances são conquistadas com esforço e rompantes de genialidade, nossos méritos sempre colocados a prova, nossas virtudes muitas vezes ignoradas.
Fazia tempo que não atualizava a lista de filmes+livros+trilhas, venho lutando contra a minha inércia criativa, mesmo em relação ao blog...
Escolho não um filme de Dustin mas "O" filme de Dustin, The Graduate.
Entra fácil no meu top 10 de melhores trilhas sonoras de todos os tempos, dos geniais Simon e Garfunkel. ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Simon_and_Garfunkel )
Do filme, sempre me impressiono com a força de "Sound of Silence" e a perfeita sintonia que "Mrs. Robinson" tem com a obra de Mike Nichols. Na verdade gosto de tudo que ele dirigiu, "Quem tem medo de Virgínia Wolf", é meu filme preferido de Liz Taylor.
Filmes de Mike Nochols devem pipoar por aqui ainda muitas vezes, mas na mais justoq ue em uma manhã chuvosa de segunda feira, tudo comece depois de ouvir "The sound of Silence".
Trailer oficial do filme:
o Blog do Boi
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Holiday
The Man I Love
Billie Holiday, Dinah Washington
Someday he'll come along, The man I love
And he'll be big and strong, The man I love
And when he comes my way
I'll do my best to make him stay
He'll look at me and smile, I'll understand
Then in a little while, He'll take my hand
And though it seems absurd
I know we both won't say a word
Maybe I shall meet him Sunday,
Maybe Monday, maybe not
Still I'm sure to meet him one day
Maybe Tuesday will be my good news day
He'll build a little home, That's meant for two
From which I'll never roam, Who would, would you
And so all else above
I'm dreaming of the man I love
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
co- Carolina
Seguindo com o tema: "Carolina, ou Caroline, na música mundial", não poderia brevemente deixar de discorrer sobre uma canção da seminal banda Cascavelletes, formada no início dos anos 80, capitaneada por Flávio Basso(atualmente, Jupiter Maçã) e Ney Van Soria, vocalista e guitarrista, respectivamente.
A canção, que é considerada um clássico do rock gaúcho, se chama "Lobo da Estepe", amplamente influenciada pela obra literária homonima do escritor alemão Hermann Hess,que narra a história de Harry Haller, um outsider, um misantropo de cinqüenta anos, alcoólatra e intelectualizado, angustiado e que não vê saída para sua tormentosa condição, autodenominando-se “lobo da estepe”. O desfecho desse romance e da música, deixo a cargo dos leitores deste blog, mas garanto que o final é surpreendente.
Alguns de voces podem perguntar, mas e onde entra a Carolina nessa história? Sim, ela é co-personagem na canção dos caras que, unanimemente, são considerados a banda mais "Afude", como diriam em terras pampas.
Vejam como o rock nacional, tão abandonado nos dias de hoje, já produziu coisas belíssimas. É só garimpar que o ouro está ali, nos subterraneos:)
A canção, que é considerada um clássico do rock gaúcho, se chama "Lobo da Estepe", amplamente influenciada pela obra literária homonima do escritor alemão Hermann Hess,que narra a história de Harry Haller, um outsider, um misantropo de cinqüenta anos, alcoólatra e intelectualizado, angustiado e que não vê saída para sua tormentosa condição, autodenominando-se “lobo da estepe”. O desfecho desse romance e da música, deixo a cargo dos leitores deste blog, mas garanto que o final é surpreendente.
Alguns de voces podem perguntar, mas e onde entra a Carolina nessa história? Sim, ela é co-personagem na canção dos caras que, unanimemente, são considerados a banda mais "Afude", como diriam em terras pampas.
Vejam como o rock nacional, tão abandonado nos dias de hoje, já produziu coisas belíssimas. É só garimpar que o ouro está ali, nos subterraneos:)
"How can I hurt when holding you"
Ok, um pouco "Look at me, I´m Sandra Dee" da minha parte mas vou postar uma das diversas músicas que falam sobre Carolinas.
Elvis sinceramente é uma das cafonices a que eu me permito, e "sweet caroline" (pa-ra papá) sempre me faz cantar.
Elvis interpretando Neil Diamond.
Véspera de feriado em SP, ruas surpreendentemente vazias, as pessoas caminhando já sem muita pressa, depois de uma quinta feira de tempestade bíblica, almas parcialmente lavadas e rostos parcialmente sorridentes.
Chances quase nulas de alguém ler esse post, muito menos comentar, nem precisa comentar só balance a cabeça pra começar bem o feriado. Se quiser arriscar uma cantoria, segue o video+lyrics:
Where it began, I can't begin to know when
But then I know it's growing strong
Oh, wasn't the spring, whooo
And spring became the summer
Who'd believe you'd come along
Hands, touching hands, reaching out
Touching me, touching you
Oh, sweet Caroline
Good times never seem so good
I've been inclined to believe it never would
And now I, I look at the night, whooo
And it don't seem so lonely
We fill it up with only two, oh
And when I hurt
Hurting runs off my shoulder
How can I hurt when holding you
Oh, one, touching one, reaching out
Touching me, touching you
Oh, sweet Caroline
Good times never seem so good
Oh I've been inclined to believe it never would
Ohhh, sweet Caroline, good times never seem so good
Elvis sinceramente é uma das cafonices a que eu me permito, e "sweet caroline" (pa-ra papá) sempre me faz cantar.
Elvis interpretando Neil Diamond.
Véspera de feriado em SP, ruas surpreendentemente vazias, as pessoas caminhando já sem muita pressa, depois de uma quinta feira de tempestade bíblica, almas parcialmente lavadas e rostos parcialmente sorridentes.
Chances quase nulas de alguém ler esse post, muito menos comentar, nem precisa comentar só balance a cabeça pra começar bem o feriado. Se quiser arriscar uma cantoria, segue o video+lyrics:
Where it began, I can't begin to know when
But then I know it's growing strong
Oh, wasn't the spring, whooo
And spring became the summer
Who'd believe you'd come along
Hands, touching hands, reaching out
Touching me, touching you
Oh, sweet Caroline
Good times never seem so good
I've been inclined to believe it never would
And now I, I look at the night, whooo
And it don't seem so lonely
We fill it up with only two, oh
And when I hurt
Hurting runs off my shoulder
How can I hurt when holding you
Oh, one, touching one, reaching out
Touching me, touching you
Oh, sweet Caroline
Good times never seem so good
Oh I've been inclined to believe it never would
Ohhh, sweet Caroline, good times never seem so good
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
If you want blood, you got it
Tempos de muita briga e muita dedicação. Nada poderia ser mais apropriado do que deixar o rock assumir seu papel de trilha sonora atual e motivar, estimular e me manter sempre alerta, sempre "on top of the game" e como o bordão do filme diz:
DAMN THE MAN
Boa semana!
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Smile
Claro que vc já ouviu falar que em SP desde a meia noite do dia X (já esqueci) a vida dos fumantes ficou praticamente inviável
A vida social, diga-se de passagem. A vida em geral é viável, mas não a mto longo prazo.
Assim como como fritura esporadicamente, fumo esporadicamente, principalmente se estou bebendo, ou caminhando sem pressa pelas calçadas em fins de tarde. No primeiro caso, equilibra meu centro gravitacional e no segundo, me ajuda a pensar.
Além de Marlboro vermelho, fumo narguile e cigarrilhas.
Sou a favor de complicar a vida dos fumantes, embora ache a legislação atual exagerada, adoraria tbem que proibissem crianças em restaurantes, pessoas extra perfumadas em elevadores e buzinadores histéricos nas ruas. O mundo seria infinitamente melhor.
Como escrevi no post anterior, sexta feira fui no SESC Pompéia, assistir a um show e num momento de dislexia+gin tonica- marlboro+ câmera digital, fotografei loucamente sem flash (adoro) e depois em um experimento novo e revolucionário, usei o flash.
Fotografei nesta ordem: o All Star do cara que estava na minha frente, a axila da moderna q estava do meu lado, minha testa suando e o lixo.
Ontem olhando as fotos, descobri que o lixo, sem as bitucas e cinzas do cigarro, parece mto com um cooler sem gelo, bonito.
Por essa, nem eu esperava.
A vida social, diga-se de passagem. A vida em geral é viável, mas não a mto longo prazo.
Assim como como fritura esporadicamente, fumo esporadicamente, principalmente se estou bebendo, ou caminhando sem pressa pelas calçadas em fins de tarde. No primeiro caso, equilibra meu centro gravitacional e no segundo, me ajuda a pensar.
Além de Marlboro vermelho, fumo narguile e cigarrilhas.
Sou a favor de complicar a vida dos fumantes, embora ache a legislação atual exagerada, adoraria tbem que proibissem crianças em restaurantes, pessoas extra perfumadas em elevadores e buzinadores histéricos nas ruas. O mundo seria infinitamente melhor.
Como escrevi no post anterior, sexta feira fui no SESC Pompéia, assistir a um show e num momento de dislexia+gin tonica- marlboro+ câmera digital, fotografei loucamente sem flash (adoro) e depois em um experimento novo e revolucionário, usei o flash.
Fotografei nesta ordem: o All Star do cara que estava na minha frente, a axila da moderna q estava do meu lado, minha testa suando e o lixo.
Ontem olhando as fotos, descobri que o lixo, sem as bitucas e cinzas do cigarro, parece mto com um cooler sem gelo, bonito.
Por essa, nem eu esperava.
domingo, 9 de agosto de 2009
Welcome to my world
Tô adorando essa história de gripe suína.
SESC Pompéia, boa cia, lugar sensacional, surpresa agradabilíssima da banda que estava no palco, não mto cheio, banheiro limpo e sem fila.
Tudo corria maravilhosamente bem, Gin Tônica fluindo quando no drink #2 o barman me deu a metade da latinha de refrigerante que não ia usar. Enquanto eu esperava um copo extra de gelo pra duplicar meu super drink, eis que vejo no balcão:
"ALCOOL GEL PARA HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS"
Pessoas prendendo os espirros nos elevadores, evitando bjos, contatos desnecessários e agora isso.
Mãos limpas.
Espero que os bons hábitos continuem, gente porca que acorde pro mundo da higiene, até me animo e crio esperanças a respeito da humanidade.
Tá foi um pouco de exagero, a humanidade é inviável, mas pelo menos tá um pouco mais limpinha.
Sobre a banda: Cachorro Grande, enorme falha na minha educação musical, não conhecia praticamente nada e deveria. Bom som, e nerds convertidos a band members. Look BabyShambles, sotaque gaúcho e atitude.
Fica a dica.
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